Longe vão os tempos, em que José Sócrates ocupava a pasta de ministro-adjunto e afirmava saber qual era a melhor estratégia para Portugal em matéria de toxicodependência. Hoje, como Primeiro-ministro parece não ter ainda uma ideia muito clara ou então, parece ser um assunto que não está na ordem do dia, melhor dizendo parece estar esquecido. Assim, fica difícil explicar a um japonês, se nos perguntar claro está, qual a posição de Portugal no domínio da droga.